Pelo S. Martinho deixa a água pró moinho.
Autor: Ditado Popular
Ventura te dê Deus, filho, que o saber pouco te basta.
Cada um faz para si.
Abril, frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.
Quando a esmola é grande, o pobre desconfia.
A caridade é como o sol: luz para todo o mundo.
A água corrente não mata a gente.
Cada um folga com o seu igual.
A caridade abre as portas do céu.
Mais vale deixar a ricos que pedir a pobres.
É maior o gastar e pior o falar.
Ventura sempre no mal e no bem pouco dura.
É mais conhecido que cão ruivo.
Cada um governa-se.
A cara de um é o cu do outro.
Cada um goza a seu modo.