Grandes viagens, grandes mentiras.
A memória das injúrias dura mais que a dos benefícios.
De dia, na lama; de noite, na cama.
Deus não queira nas minhas colmeias abelha que não coma mel.
Tolos dão banquetes para os discretos aproveitarem.
Apressado come cru.
Verdades há que amargam como o fel, e mentiras doces como o mel.
Ser unha de fome.
Irmão de balseiro não paga passagem.
A missa é acabada, partamos à obrada.
O rio corre para o mar.
Os reis têm braços compridos.
Hiena a rilhar, gazela a imitar.
Nem toda a água do mar pode esta nódoa tirar.
Quando a pobreza bate à porta, o amor sai pela janela.
