A fortuna mais asinha se acha do que se sustenta.
Se os se” fossem feijões
O são ao doente, em regra, mente.
Não entender patavina.
Nem sempre pela cara se conhece quem tem lombrigas.
Antes de entrar, pensa na saída.
Pedra sobre pedra, às vezes chega.
Avarento e porco, só depois de morto.
A boa árvore te chegarás e boa sombra terás.
Melhor se guarda o que se ganha com trabalho.
Caminha pela estrada, acharás pousada.
Conselho não se oferece.
Parecem-se como dois ovos.
Bem esperto é o rato, mas mais é o gato.
Quem não olha adiante, do mar que vir, não se espante.
A ociosidade até no ferro cria ferrugem.