A fúria não espera razão.
Figo caído, para o senhorio; figo quedo, para mim.
Onde nabos há, vinho haverá.
Tão surdo é aquele que ouve e não entende como aquele que não ouve.
Deus manda o frio conforme o cobertor.
Todo inimigo se há de temer, mormente o amor.
Devagar e manso se desata qualquer enliço.
Médico, cura-te a ti mesmo!
Não há romeiro que diga mal do seu bordão.
Quando a pega cacareja, ou é gato ou é raposa.
Coices de égua não fazem mal ao potro.
Não vale um chavo galego.
Fácil é louvar o que não se há de invejar.
Enquanto zoa a carvalheira, não saias da tua fogueira.
O parvo calado por douto é reputado.
No vinho está a verdade.