Morra o gato, morra farto.
Rei morto, rei posto.
O olho do dono é que engorda o cavalo.
Quem tem quem o chore, cada dia morre.
No tempo dos figos, não há amigos.
Vender gato por lebre.
Medida cheia derrama.
Moscas apanham-se com mel.
Tabardo e botas cobrem as costas.
Não há carta sem resposta.
Abrir a torneira.
A familiaridade encurta o respeito e rebaixa a autoridade.
Uns comem os figos, a outros rebenta-lhes a boca.
Faze-te útil, que um dia serás necessário.
A raposa se conhece pela cauda.
O fácil de contentar tem menos para chorar.