Não há guerra de mais aparato que muitas mãos no mesmo prato.
Os meus mais fiéis parentes são os meus dentes, e os mais leais são os queixais.
Quando se vai para a chuva é para se molhar.
Quem rouba pouco é ladrão, quem rouba muito é barão.
Lisonjas ouvir, orelhas abrir.
Mel novo e vinho velho.
Aqui assenta bem o rifão.
Onde a galinha tem os ovos, lá se lhe vão os olhos.
Na almoeda, tem a bolsa queda.
Quem mexe no mel, sempre se lambe.
Lá vão as leis aonde as querem os reis.
O pobre vive de teimoso.
Dar no pé.
Os que menos sabem governar-se são quase sempre os que mais ambicionam governar os povos.
A boa ceia antes do tempo se lobriga.
