Nasci nu, estou vestido; para morrer pelado não custo.
Entre morte e casamento, cessa arrendamento.
O ventre ensina às pegas, beijo as mãos a vossa mercê.
Tanto se me dá.
Juramento de quem ama não dá para crer.
Ao moço e ao galo, um ano.
Espirro de bode é sinal de chuva.
Quando a perdiz canta, bom prado tem.
Quem oferece, não quer dar.
Não sou rio por não tornar atrás.
Homem de sete ofícios em todos é remendão.
A quem sabe agradecer, há-se-lhe de saber dar.
Até o dia do juízo.
A verdade tudo vence.
Quem do vinho é amigo cedo está perdido.
A ti digo, filha; entende-me tu, nora.