Não cuspas para o ar, que te pode cair o cuspo na cara.
Ano de Feijões, ano de pulgas.
Menino bom não se cria.
Quem anda na guerra, dá e leva.
Asno como frade Bernardo.
Pecado confessado fica meio perdoado.
O homem lento jamais tem tempo.
Mais vale burro vivo que doutor morto.
A fortuna mais asinha se acha do que se sustenta.
Se os se” fossem feijões
O são ao doente, em regra, mente.
Não entender patavina.
Nem sempre pela cara se conhece quem tem lombrigas.
Antes de entrar, pensa na saída.
Pedra sobre pedra, às vezes chega.
Avarento e porco, só depois de morto.