Mais vale soga vazia que má compradoria.
Palavra mansa ira abranda, e a brava a alvoroça.
O que a loba faz, ao lobo apraz.
Quem vive de esperança, de desenganos morre.
Ninguém diga “deste pão não comerei”.
Antes que fales, pensa o que fazes.
Ver-se entre o malho e a bigorna.
Ter fome canina.
Não se atiram pedras senão às árvores que têm frutos.
Novilha prometida não diminui a boiada.
O número dos tolos é infinito.
Quem confessa, merece perdão.
O adeus é o fim da esperança e o começo da saudade.
Carneiro, filho de ovelha, não erra, que o seu semelha.
O boi da tua vaca, e o moço da tua braga.
O menino e o escaravelho, a sua mãe parecem de ouro.