Pelos amores novos se esquecem os velhos.
Muito vai de alhos a bugalhos.
O figo, para ser bom, deve ter pescoço de enforcado, roupa de pobre e olho de viúva.
Todos queremos ser bons e alcançamo-lo menos.
Não há efeito sem causa.
Vê-lo com os olhos e comê-lo com a testa.
Morra o gato, morra farto.
Rei morto, rei posto.
O olho do dono é que engorda o cavalo.
Quem tem quem o chore, cada dia morre.
No tempo dos figos, não há amigos.
Vender gato por lebre.
Medida cheia derrama.
Moscas apanham-se com mel.
Tabardo e botas cobrem as costas.
Não há carta sem resposta.