Fardel de pedinte nunca está cheio.
Ao comprar, te arremanga.
Nem zombando nem de veras, com teu amo partas as peras.
Quem dos outros fala e murmura, pouco pensa e muito se aventura.
Homem para a cova, rendeiro para a cadeia.
A prática faz o monge.
Não cuspas para o ar, que te pode cair o cuspo na cara.
Ano de Feijões, ano de pulgas.
Menino bom não se cria.
Quem anda na guerra, dá e leva.
Asno como frade Bernardo.
Pecado confessado fica meio perdoado.
O homem lento jamais tem tempo.
Mais vale burro vivo que doutor morto.
A fortuna mais asinha se acha do que se sustenta.
Se os se” fossem feijões