Ser um breve contra luxúria.
Verde é o que o lume não vê.
A mau amo hás de agradar, com medo de empiorar.
Haja fartura, que a fome ninguém atura.
Miséria pouca é bobagem.
Quem é infeliz, cai de costas e quebra o nariz.
Quem não tem padrinho, morre mouro.
Vale mais o feito calado que o por fazer falado.
Genro, pelo papo vai me tangendo.
Ano de Figo temporão, ano de pão.
Fardel de pedinte nunca está cheio.
Ao comprar, te arremanga.
Nem zombando nem de veras, com teu amo partas as peras.
Quem dos outros fala e murmura, pouco pensa e muito se aventura.
Homem para a cova, rendeiro para a cadeia.
A prática faz o monge.