Ser unha de fome.
Irmão de balseiro não paga passagem.
A missa é acabada, partamos à obrada.
O rio corre para o mar.
Os reis têm braços compridos.
Hiena a rilhar, gazela a imitar.
Nem toda a água do mar pode esta nódoa tirar.
Quando a pobreza bate à porta, o amor sai pela janela.
Fala Roldão, e fala por seu mal.
Pouco medo tem o juiz do alcaide.
Se desejas mel, não temas as abelhas.
Em loja de tendeiro não devas dinheiro.
Uma amora tinge, outra destinge.
Quem ruim é, sempre o é.
Mais pessoas se afogam no copo do que no mar.
