O mal entra às braçadas e sai às polegadas.
Azeite de riba, mel do fundo, vinho do meio.
No perigo se conhece o amigo.
O amor de Deus vence, todo o al perece.
É tão certo como dois e dois são quatro.
Deus me livre dos sonsos, que dos outros me livrarei eu.
A guerra vive da guerra.
Breve cansará o que apressado é no princípio.
Dois carneiro de chifre não bebem água da mesma cumbuca.
Pelos amores novos se esquecem os velhos.
Muito vai de alhos a bugalhos.
O figo, para ser bom, deve ter pescoço de enforcado, roupa de pobre e olho de viúva.
Todos queremos ser bons e alcançamo-lo menos.
Não há efeito sem causa.
Vê-lo com os olhos e comê-lo com a testa.
