Corcunda sabe como se deita.
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Como se dão, aí se apanham.
Chuva por Santo Agostinho (24.5), é como se chovesse vinho.
Vai como vai, e não como deve.
Tanto morrem os cordeiros como os carneiros.
Justo como a calça do Augusto.
Em sua casa governa o carvoeiro como o galo em seu poleiro.
Mulher do velho reluz como espelho.
Vinho doce bebe-se como se nada fosse.
O mal alheio pesa como um cabelo, por grande que seja.
Para onde vás, assim como vires, assim farás.
Como o saco de carvoeiro, mau de fora, pior por dentro.
Ter sete vidas como o gato.
Segredo em boca de mulher é como manteiga em venta de cachorro.
Assim como vem, vai.
Tais fomos como vós; tais sereis como nós.