Não há torto nem direito que não tenha seu jeito.
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Seguro morreu de velho, e dona prudência foi ao seu enterro.
Para seu proveito, cada um sabe.
Quem ao seu amigo dá seu lugar, não o quer de si apartar.
A seu tempo o rei perdoa.
Fome e frio metem a pessoa com seu inimigo.
Ser senhor do seu nariz.
Fusada miúda a seu dono ajuda.
Depois de comer e beber, cada um dá o seu parecer.
O cavalo engorda com a vista de seu dono.
Feliz de quem tem seu ninho a salvo do vendaval.
Quem procura e acha, não perde o seu tempo.
A quem do seu foi mau despenseiro, não confies teu dinheiro.
Quem bem quer a Beltrão, bem quer a seu cão.
O alheio chora por seu dono.
Quem morre por seu gosto, acaba por sua vontade.