Deve-se dar o seu a seu dono.
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O moço malcriado do seu muito fala, e, sendo perguntado, cala.
Os reis abrangem muito com o seu poder.
Não há tão mau tempo, que o tempo não alivie o seu tormento.
A pereira a seu tempo dá o fruto.
Amor e tosse a seu dono descobrem.
Casa teu filho com seu igual, e de ti não dirão mal.
Quem só quer o seu, não faz escarcéu.
A mulher formosa tira o nome a seu marido.
Todos vão ao mercado, cada qual com seu asno.
Levar água ao seu moinho.
Quem não anda por frio e por sol, não tem saúde, nem faz seu prol.
Para o passarinho, não há como seu ninho.
Um grão não enche celeiro, mas ajuda seu companheiro.
Cão com raiva a seu dono trava.
Estende-se como vilão em casa de seu sogro.