Quem ama Beltrão, ama o seu cão.
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Tudo tem seu dia.
Passarinho ou passarão, todos amam seu ninho.
Quem morre por sua vontade, acaba por seu gosto.
Os tolos vão ao mercado, cada qual com seu asno.
Não receia dar brado quem tem o direito do seu lado.
A moça a aprazer e a velha a beber gastam o seu haver.
Não há bom pano sem seu avesso.
Tudo tem seu fim.
Quem não tem vergonha, todo o mundo é seu.
Um lugar para cada coisa, cada coisa em seu lugar.
Abelha, ovelha, pena atrás da orelha e parte na igreja, desejava para seu filho a velha.
Tal é o dado, como seu dono.
Formosa é de rosto a que é boa de seu corpo.
Quem fez seu angu, que o coma.
Quem quer que é, a seu pai parece.