Onde existires, faze como vires.
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Quem não vê a Deus, como há de bater no peito?
Como é o braço, assim é a sangria.
Ida sem vinda, como potro à feira.
Deus, assim como dá a doença, dá o médico.
Deixar ficar como está, para ver como fica.
Junta palha como ouro, e terás ouro como palha.
Coisa muito desejada, não há como guardá-la.
O preto no branco fala como gente.
Tanto se me dá, como se me deu.
Tal como fizeres, de outrem o esperes.
Não há tal filho como o nascido.
Como vires a primavera, pelo al espera.
Assim como tocam, assim dançamos.
Eu como tu, tu como eu, um a outro o diabo nos prendeu.
Amargo como fel.