Passado o perigo, esquecido o santo.
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Chuva por Santo Agostinho (24.5), é como se chovesse vinho.
Deixa fazer a Deus, que é santo velho.
Nem Santo Antônio com um gancho.
Salta o barranco e não rogues o santo.
Não se há de festejar o santo antes do seu dia.
Por causa do santo, beija-se o altar.
O estrume não é santo, mas faz milagres.
De promessas, quem vive é santo.
A ovelha que é do lobo, Santo Antônio não a guarda.
Nem ao menino o bolo, nem ao santo o voto.
Mestre fora, dia santo na loja.
Nem Deus com um gancho, nem Santo Antônio com um garrancho.
Só não se joga pedra em santo.
Não se deve despir um santo para vestir outro.
O “se eu soubesse” é santo que nunca valeu para ninguém.