Não há guerra de mais aparato que muitas mãos no mesmo prato.
Etiqueta: mãos
O ventre ensina às pegas, beijo as mãos a vossa mercê.
Muitas mãos e poucos cabelos, asinha são depenados.
Quem seu inimigo pouca, nas mãos lhe morre.
O que tem de ser nosso, às nossas mãos vem parar.
Mãos quentes, coração frio, amor vadio.
Pés e mãos caminho andam.
Entre pai e irmãos, não metas as mãos.
Beijos nas mãos, risos nas barbas.
Quem traz as mãos na massa, sempre se lhe pega dela.
Andem as mãos, que pintam as uvas.
Conheço-o como as minhas mãos.
Chapéu de pobre vive mais nas mãos que na cabeça.
Amigo só de beijo-vo-las-mãos.
Mãos beija o homem que quisera ver cortadas.
Ter uma batata quente nas mãos.