A cada porco vem o seu S. Martinho.
Se não chove em Abril, perde o lavrador couro e quadril.
Um prisioneiro de guerra é um homem que tentou matá-lo, não consegue e implora para que não o mate.
Martinho bebe o vinho, deixa a água para o moinho.
A justiça a todos guarda, mas ninguém a quer em casa.
Juiz bondoso faz o povo maldoso.
Juiz de aldeia, um ano no mando, outro na cadeia.
Se queres ser bom juiz, ouve o que cada um diz.
Galgo que muitas lebres levanta, nenhuma mata.
A galgo velho deita-lhe lebre e não coelho.
De Viseu quero o cão para coelho, e não o homem para conselho.
Em Janeiro nem galgo lebreiro nem açor perdigueiro.
O galgo à la larga a lebre mata.
Se você fosse eu, também acharia difícil ser humilde.
Nem em tua casa galego, nem à tua porta fidalgo.
Em sua casa, manda o carvoeiro e o galo no poleiro.