Quando o carpinteiro tem madeira para lavrar, e a mulher pão para amassar, não lhes falta pão que comer e lenha que queimar.
Autor: Ditado Popular
Vento bom, água na vela.
É evidente até para um cego.
A cão danado, todos a ele.
A cada um sua estrela está guardada.
Mãe acautelada, filha guardada.
Cada um olhe para si, e já não faz pouco.
Isso não está no gibi.
É fácil andar a pé, quando se tem o cavalo pelas rédeas.
A cada néscio agrada o seu dito.
Quando o céu anda prodigioso, a uns para a pé, a outros em coche.
Cada um para si, e Deus para todos.
Verdades há como as estrelas, que só se avistam nos céus.
É fácil chorar no domingo o que ri na sexta-feira.
Cada um passou com a vida que tomou.
Isto é soltar palavras ao vento.