A cobiça disto só é liberal: das coisas que não pode possuir.
Autor: Ditado Popular
Vinho que baste, carne que farte, pão que sobre, e seja eu pobre.
Quando o burro zurrar, deita-lhe o cabresto.
Cada um julga os outros por si.
É dos tais que “Deus fez a noite para se dormir e o dia para se descansar”.
Madruga e verás.
A cólera não aceita a presença da razão.
Quem galinha de mau come magra, gorda a paga.
A crença nos médicos, que falta nos sãos, sobeja nos doentes.
Quando o cabra é bom, toda hora é hora.
Cada um leva a água para o seu moinho.
Vento no rosto torna o homem sábio.
A consciência vale por mil testemunhas.
Cada um mede o trigo alheio por seu alqueire.
Madruga e verás, trabalha e terás.
Quem vos dever, que vos pague.