É um mão aberta.
Autor: Ditado Popular
Maio frio e Junho quente: bom pão e vinho valente.
A boca do ambicioso só se enche com a terra da sepultura.
O vinho de Março fica no regaço, o de Abril vai ao barril, o de Maio é para o gaio.
Verdade, verdade, não há beleza sem bondade.
Vinho e linho só são frios um bocadinho.
Vinho e mouro são um tesouro.
Nuns lados se põe o ramo e noutros se bebe o vinho.
À boda do ferreiro, cada qual com seu dinheiro.
É um ninguém.
Nem Inverno sem capa nem Verão sem cabaça.
Quando a rameira fia, o letrado reza e o escrivão pergunta quantos são do mês, mal vai a todos três.
Alegrai-vos, tripas, que ai vem o vinho.
Alho e vinho puro levam a porto seguro.

