É um cesto roto.
Autor: Ditado Popular
Até S. Pedro (29.6), tem o vinho medo.
Mãe e filha vestem uma camisa.
Chuva pelo S. João (24.6) bebe o vinho e come o pão.
Chuva por Santo Agostinho (24.5), é como se chovesse vinho.
É um mão aberta.
Maio frio e Junho quente: bom pão e vinho valente.
A boca do ambicioso só se enche com a terra da sepultura.
O vinho de Março fica no regaço, o de Abril vai ao barril, o de Maio é para o gaio.
Verdade, verdade, não há beleza sem bondade.
Vinho e linho só são frios um bocadinho.
Vinho e mouro são um tesouro.
Nuns lados se põe o ramo e noutros se bebe o vinho.
À boda do ferreiro, cada qual com seu dinheiro.

