Juiz da guerra, o fim dela.
Autor: Ditado Popular
Melão e mulheres, maus são de conhecer.
Comida sem pão é comida de lambão.
Cada santo quer sua vela.
Cara feia é fome.
Não há cavalo sem tacha
Casa de mulher feia não precisa de tramela.
Cerra a tua portinha, que boa será a vizinha.
Quem arreda azo, arreda pecado.
Até o cabelo sutil faz sua sombra.
Quem se obriga a amar, dispõe-se a padecer.
Cavalo alugado não cansa
Quem quer a rosa, agüente o espinho.
As crianças e os loucos dizem a verdade.
Palavra mansa ira abranda.
A pena de um castiga os outros.