Ninguém é infalível.
Autor: Ditado Popular
Mocidade ociosa, velhice desonrosa.
Teme a velhice, porque nunca vem só.
Quem come a carne, que lhe roa o osso.
Sê paciente na estrada, para não seres paciente no hospital.
Cavalo molão, feitor de ladrão
Quem não sabe fingir, não sabe reinar.
Mau é o romeiro que diz mau do seu bordão.
Aonde fores ter, farás como vires fazer.
Quem me dá um osso, não me quer morto.
Quem anda muito depressa, passa por cima do que precisa.
Cavalo alazão, muitos o querem, poucos o dão
Cada roca com seu fuso, cada porca com seu parafuso.
A ingratidão é a sombra do benefício.
Quem chega primeiro, bebe água limpa.
Ou é tolo ou rã, ou feixe de lenha ou arméu de lã.