Dá-se o pé, e ele quer a mão.
Mês: Outubro 2025
Mestre fora, dia santo na loja.
Se o trabalho dá saúde, que trabalhem os doentes.
Não há passarinho nem passarão que não goste do seu ramerrão.
Quem não tem penico, caga no mato.
Para gato velho, camundongo.
Égua cansada prados acha.
À noite põe-se muito bacelo; de manhã está todo murcho.
Ninguém deixe amores velhos por novos.
Renego do amigo que cobre com as asas e morde com o bico.
De vizinho ruim, nem o diabo quis saber.
A ira queima o entendimento.
Um corpo não padece duas penas.
Se não for nesta barqueta, irá noutra que se calafeta.
O que não vai à eira, vai à feira.
Fidalgo sem dinheiro, castelo sem ameias.