Mulher palreira diz de todos, e todos dela.
Mês: Setembro 2025
Na casa do bom, o melhor lugar é para o infeliz.
O medo é o pai da crença.
Mulher, arma e cavalo de andar, nada de emprestar.
Arrufos de namorados são amores dobrados.
El-rei Dom Diniz fez sempre quanto quis.
Burro velho não toma andadura, e se a toma, pouco dura.
Mijar fora do testo.
A dor de cabeça é minha, e as vacas são nossas.
Bolsa vazia, inteligência manca.
Tudo tem remédio, menos a morte.
Quem não semeia, não colhe.
Ditados velhos são evangelhos.
Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe.
O seguro morreu de velho e Dona Prudência foi-lhe ao enterro.
