Ano novo, vida nova.
Mês: Setembro 2025
Pão alheio custa caro.
Não é de agora o mal que não melhora.
Pecado escondido é meio perdoado.
Morrer de inveja.
Pensando, morreu um burro.
Mais vale cair em graça que ser engraçado.
Para quem esperança tem, trás de tempo, tempo vem.
A familiaridade gera o desdém.
Filho sem dor, mãe sem amor.
Nem sapateiro sem dentes, nem nobre sem parentes.
A verdade é como o azeite: vem sempre ao lume d’água.
Quem ao longe vai casar, leva pulha, ou vai buscar.
Contar com o ovo no rabo da galinha.
O rei deve ser teriaga contra a mentira.
No casamento das cobras, raposa, adeus teu baú!