Cada um vai ao moinho com seu saco.
Etiqueta: seu
A lisonja tem seu silêncio como tem a sua linguagem.
Tudo tem seu tempo.
Cada um vê o argueiro no olho do vizinho e não vê a tranca no seu.
Cada um vê o argueiro no olho do vizinho e não vê a trave no seu.
Toda araruta tem seu dia de mingau.
Cada um vive a seu modo.
Macaco ri do rabo da cutia e não olha o seu.
Viva o luxo com seu repuxo.
Quem é senhor do seu nariz, pode metê-lo onde quiser.
Casar e compadrar, cada um com seu igual.
Depois de beber, cada qual dá o seu parecer.
Tudo tem seu tempo, e a arraia no advento.
É bem infeliz quem de seu mal é a razão.
Estar como vilão em casa de seu sogro.
Tal é o dado como seu dador.