Quem chora, seu mal minora.
Etiqueta: seu
Pelo vício alheio, corrige o alheio o seu.
O palreiro agudo faz seu amigo mudo.
Não há feio sem sua graça, nem bonito sem seu senão.
Ruim é o ofício que não dá de comer a seu dono.
A quem quer mal ao vizinho, o seu vem pelo caminho.
O sandeu trata do alheio, deixando o seu.
Não há panela tão feia que não ache seu cobertouro.
A paciência é amarga, mas o seu fruto, doce.
Cada um sente o seu.
Cada um sente o seu, e não o mal alheio.
Cada um sente o seu, e ninguém, o alheio.
Cada um sente o seu mal.
Quem o seu cão quer matar, de raiva lhe põe o nome.
Cada um tem seu gosto.
Ninguém é herói para o seu criado de quarto.