Eu sou você amanhã.
Quem dá e toma, fica corcunda.
Trocar seis por meia dúzia.
Quando a raposa se zanga com a vinha, muitas uvas se poupam.
Quanto mais rogam ao ruim, pior.
Dize ao amigo segredo, pôr-te-á os pés no pescoço.
Quem mal vive, mal acaba.
Diz o tacho à caldeira: tira-te para lá, não me enfarrusques.
Ovos e juras são para quebrar.
Quem tem moinho e pé de altar, não vai para a cama sem cear.
Nem fede, nem cheira.
Economia barata, roubo de bolsas.
Onde não há farinha, tudo é moinha.
Para quem não quer, há muito.
Destes e dos ungidos, escapam poucos.
Quando o lobo vai furtar, longe de casa vai cear.