Canta a rã, e não tem cabelo nem lã.
Quem quer bem, sempre se encontra.
A fortuna muda as feições.
Jogador não tem palavra.
A mortos e idos não há amigos.
Quem faz o que quer, não faz o que deve.
Isso é do tempo do onça.
Quem deve, não dorme quando quer.
A vergonha é freio das culpas e a verdade das desordens do mundo.
A admiração é filha da ignorância.
Mal por mal, antes cadeia que hospital.
Quem faz sacrifícios, raras vezes alcança benefícios.
Depois de um bom poupador, um bom gastador.
Se casamento fosse estrada, eu andaria no acostamento.
Muito trovão, pouca chuva.
Pela boca morre o peixe.