A água de Janeiro traz azeite ao olival, vinho ao lagar e palha ao palheiro
A água de Agosto faz mal ao rosto
A água corredia, não guardes cortesia
A água de Abril é água de cuco, molha quem está enxuto
A água corre para o poço
A água corre sempre para o mar
A água corre para a água
A água com que no Verão se há-de regar, em Abril há-de ficar
A água corre para o mar, e as coisas para o seu natural
Os criados são os inimigos indispensáveis
Moço mandado não merece castigo
O bom criado é malfadado
A água bate na rocha, mas quem paga é o mexilhão
A água colhe em joeira, quem se crê de ligeira
Criado mandado não merece castigo
A água cava a dura pedra