A água é o sangue da terra
A água é para os peixes e o minar para a toupeira
Deus ajuda quem cedo madruga.
A água é branda e a pedra dura; mas, gota a gota, fará fundura
A água é fria, mas mais é quem com ela convida
A água de Santa Marinha, na meda faz farinha
Criados e bois, um ano até dois
A água de trovão cala até ao chão
A água e a capa nunca pesaram
A água de Junho, bem chovidinha, na meda faz farinha
A água de Janeiro vale dinheiro
A água de nevão dá pão; a do trovão em parte dá e em parte não
A água de Março é pior do que nódoa no fato
A água de Janeiro mata o onzeneiro
Criado que faz o seu dever, orelhas moucas deve ter
A água de Janeiro traz azeite ao olival, vinho ao lagar e palha ao palheiro