A gente só aprende quando é tarde de mais
Cada povo com seu uso, cada roca com seu fuso.
Comer forçado é pecado
Velhice é mal desejado.
A galanteria, é o amor sem amor
A geira de Maio vale os bois e o carro, a de Julho vale os bois e o jugo
A galgo velho, deita-lhe (salta-lhe) a lebre e não coelho
Melhor é chorar com os sábios que rir com os néscios.
A furão cansado, tira-lhe o açaimo
Cada qual acode onde lhe dói.
A gado que rói nunca lhe faltaram farrapos
A formiga, quando quer se perder, cria asas
Palavras loucas, orelhas moucas.
A gado pouco, a sábio redondo
A formiga faz as suas provisões no Verão, ajunta no tempo de ceifa o seu alimento
A formiga sabe que folha come