A grão e grão enche a galinha o papo
A grão a grão, enche a galinha o papo e o velho o saco
Sede prudentes e reservados, mas não misteriosos.
A grande cão, grande osso
A grandeza do ânimo faz possível impossibilidade
Cada porco tem seu Natal.
Grande prazer, não escusa o comer
A gente vê caras, não vê corações
Honra e bom proveito não cabem em saco estreito.
A gente, hoje em dia, não sabe de quem se fia
A gota é mal de rico; cura-se fechando o bico
Não vale o traque de uma gata.
A gente só se lembra de Sta Bárbara, quando ronca a trovoada
A gente não deve desperdiçar choro antes de o defunto morrer
Não se pode servir a Deus e ao diabo ao mesmo tempo.
A gente não come terra, mas a terra come a gente