A imagem do que amamos é como a nossa sombra: segue-nos por toda a parte
Depois do almoço, o deitar, depois de cear, passear.
A invernia de Março e a seca de Abril põe o lavrador a pedir
A Inverno chuvoso Verão abundoso
A hora de comer é a mais pequena (curta)
Tenha a minha mesa pão e seja o meu homem um carvão.
A horta e o vinho, um ano serão meus e no outro do meu vizinho
Cada qual sente para seu mal.
A horas de comer, comer; a horas de trabalhar, deitar, que o corpo não é de ferro
Há no ciúme, mais amor-próprio do que amor
Gota a gota, o mar se esgota.
À hora da comida, (sempre) o diabo traz mais um
A homem farto, as cerejas amargam
Á hora da ceia, sempre o demo traz mais um
Pesca, mulheres e bolas querem horas.
A hora de comer é a da fome