Quem te mandou, sapateiro, tocar rabecão?
Ceia feita, companhia desfeita
Urubu, quando anda caipora, nem galho de peroba o escora.
Avezou-se a abelha ao mel, comer-se quer.
Baiano burro nasce morto.
Passar um camelo por uma agulha.
Esse mal farás, que andes e não comerás.
Amigo fiel e prudente, vale muito mais que parente
Dar bolo.
Os extremos se encontram.
Dias passados, fogueiras mortas; quem os recorda, revolve cinzas.
Das grandes ceias, estão as covas cheias
Cada um colhe como semeia.
Os maiores não são os mais sábios.
De bons propósitos o inferno está cheio.
Cão mordido, todos o mordem.