Não é peixe nem carne.
Antes barba branca para tua filha que moço de barba partida.
A torto e a direito.
Amigo remendado, café requentado
O que jaz no mar não se vê.
Não metas a mão entre a bigorna e o martelo.
Cada um colhe aquilo que semeia.
Amigo que esquecemos vivo, está morto
Quem não te conhecer, que te compre e saberá a prenda que leva.
Antes quero asno que me leve e não cavalo fulão.
Ninguém se fie em juízo de moço, nem em saúde de velho.
Muitos preferem o amanhecer ao entardecer.
Desleal e bom servidor, virás a ser senhor.
Do mau pagador, em farelos.
Não há maior cego do que o que não quer ver
Quem tem companheiro, tem patrão.