Dos escarmentados se fazem os avisados.
Bem cego é quem muito vê por aro de peneira
A sombra passa, e a luz fica.
Quando uma porta se fecha, outra se abre.
Quem não tem calças no inverno, não fies dele teu dinheiro.
A mulher e o cão de caça, procurai-os pela raça.
Janelas fechadas são olhos de cego
De caldo requentado e de vento de buraco, guarda-te dele como do diabo.
Cada terra com seu costume.
O marido enganado é o último a saber.
Tirar as castanhas do fogo com a pata do gato.
Amor forasteiro, amor passageiro
Quem tem tempo e tempo espera, tempo é que o demo lhe leva.
Grilhões, nem de ouro.
A primeira machadada não derruba o pau.
Sê o primeiro a ouvir e o último a falar.