Nos ausentes é que é malhar
Autor: Ditado Popular
A morte com honra não desonra.
A quem muito tememos, morto o queremos.
A quem dizes tua puridade, dás tua liberdade.
Quem dorme sem ceia toda a noite rabeia.
Ausências são atrevidas
Nunca muito custou pouco.
Quem ao fim do valo vai, às vezes cai.
Passarinho na muda não canta.
Não há ausentes sem culpas, nem presentes sem desculpas
Criticar é mais fácil que fazer melhor.
Com o alheio o homem pouco se honra.
Quando vires as barbas do vizinho arderem, põe as tuas de molho.
Fome e frio metem a pessoa com seu inimigo.
Com bom traje se esconde ruim linhagem.
Pôr o dedo na ferida.