Bocado engolido, sabor perdido.
Mês: Dezembro 2025
Em lagoa que tem piranha, jacaré nada de costas.
Obra de comum, obra de um.
Conheço os seus teres e haveres.
Não tuge, nem muge.
Sem tempo, nada se faz.
Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje.
Quem pede para a candeia, nunca se deita sem ceia.
Quem mal faz, para si o faz.
As árvores escondem a floresta.
A razão mata a razão, e o cajado mata a lebre.
Beijam-se os altares por causa dos santos.
Siso em prosperidade, amigo na adversidade.
Quem quiser comer arroz sem sal, vá para o hospital.
A quem nada deseja, nada falta.
Vinho e moça, peral e faval, maus são de guardar.