À morte, o remédio é abrir-lhe a boca.
Mês: Fevereiro 2025
Quem espera de mão alheia, mal janta e pior ceia.
Jornal de obreiro entra pela porta e sai pelo fumeiro.
Se casar fosse bom, Cristo não teria morrido solteiro.
Quando a criatura denta, a morte atenta.
Penas com pão meias penas são.
Boda e mortalha, no céu se talha.
Nunca te tornes descontente com o destino.
Mal não julga quem mal não cuida.
Quem tem bom dinheiro, é rico.
Um dia é da caça, o outro é do caçador.
Em terra onde não há galinha, inhambu é frango.
O rico e o porco, depois de morto.
O amor dos asnos entra a coices e sai a bocados.
Cada um estenda a perna onde tem coberta.
Quem tem demandas, não dorme quando quer.