Ano de muita pulga é ano de milho
Mês: Novembro 2021
Mulher magra sem ser de fome, foge dela, que te come.
Quem quer o fim, quer os meios.
A ventura não vence o merecimento entre sabedores.
Saram cutiladas, e não más palavras.
Não crie cão a quem não sobeja pão.
Pau que nasce torto vira lenha.
A fome e o frio põem a lebre a caminho.
Jogar verde para colher maduro.
Mais vale ruim pai que bom padrasto.
Vai muito do vivo ao pintado.
Ano de muito gaimão, ano de pão
A quem dizes teu segredo, fazes senhor de ti.
Já não sou quem soía, tenho o sangue frio.
A roupa suja lava-se em casa.
Carne magra de porco gordo.