Muito pode a velha para o seu moinho.
Mês: Fevereiro 2021
Mal finge quem quer bem.
Barriga cheia, cara alegre
Quem se vexa, come cru.
Com menino e com mulher, orelha em pé.
O melhor prejudica o bom.
Abundância de bens é licença de males.
Saber quantos pães dá um alqueire.
Sobre comer, dormir; sobre cear, passear.
Beijar é como beber água salgada; quanto mais se bebe mais a sede aumenta
Contar o milagre, mas não dizer o nome do santo.
Matos têm olhos e paredes têm ouvidos.
Enquanto há figos, há amigos.
Quem não tem competência, não se estabelece.
Comida de fidalgos, pouca em mantéis alvos.
Lembra aos rapazes o que ao demo esquece.