Onde não vai o dono, vai o dolo.
Etiqueta: vai
Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro.
A rês aguilhoada caminho direito vai.
As galinhas põem pelo bico, e às mulheres o leite vai-lhes pela boca.
Lá vai a língua, onde dói o dente.
Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho é bom.
Mole, mole, longe vai o homem.
Tantas vezes vai o pote à fonte, que um dia quebra.
Quem ao fim do valo vai, às vezes cai.
Todos os caminhos levam à ponte, quando o rio vai de monte a monte.
Tantas vezes vai a bilha à fonte, que numa delas sai quebrada.
A mulher é um cata-vento: vai ao vento que soprar.
Mão vai, mão vem.
Rego vai, rego vem.
Tantas vezes vai o cântaro ao poço até que lá deixa o pescoço.
Um ruim se nos vai da porta, outro vem que nos consola.