Cada galo canta no seu poleiro, e o bom, no seu e no alheio.
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Quem ama a Beltrão, ama seu cão.
Cada homem tem o seu costume.
Quando nasce o marinhão, nasce logo o seu gabão.
Cada idade com seu prazer.
Cada terra com seu uso, cada roca com seu fuso.
O boi pega no arado, mas não por seu grado.
Enquanto a pedra vai e vem, Deus dirá do seu bem.
Mulher composta seu marido tira de outra porta.
Cada macaco no seu galho.
Mal desconhecido com o seu dono morre.
Cada mocho a seu souto.
O amor da glória faz os heróis; o seu desprezo faz os grandes homens.
Quem tiver segredo, não conte para mulher casada: ela conta para o marido, e o marido, para o seu camarada.
O tempo não respeita o que é feito sem o seu concurso.
Muito pode o galo em seu terreiro.