Já morreu por quem tangiam.
Etiqueta: morreu
A preguiça morreu de sede ao pé dum rio.
Cristo morreu, e a culpa não foi minha.
Morreu o rei, viva o rei.
Até aí morreu o Neves.
De dia em dia morreu minha tia.
Seguro morreu de velho.
Seguro morreu de velho, prevenido ainda está vivo.
Quem esperneia, ainda não morreu.
Quem se ralou, já morreu.
Para esse tempo, morreu o burro e quem o tange.
Seguro morreu de velho, e dona prudência foi ao seu enterro.
Há um ano que morreu o asno, agora lhe cheira o rabo.
Seguro morreu de velho, desconfiado ainda vive.
Até aí morreu o Neves, afogado em cuspe.