Nem todo homem sabe sê-lo.
Grande calma, sinal de água.
Bem sabe o demo que frangalho rompe.
Nós em al e a velha no portal.
Não há melhor experiência que a tomada em cabeça alheia.
Besta sem cevada nunca é boa cavalgada.
Cavalo de olho de porco, cachorro calado e homem de fala fina, sempre relancina.
Mete a mão em teu seio, não dirás do fado alheio.
Esteja a pera na pereira, não caia, nem apodreça, não faltará quem a mereça.
À boda do ferreiro, cada qual com seu dinheiro.
Em casa de ferreiro, arma de pau.
Casa-te e verás: perdes o sono e mal dormirás.
Para mula velha, cabeçada nova.
O amor e a morte vencem o mais forte.
De quem não tem calçado no inverno, não fies o teu dinheiro.
Quem há de ser servido, há de ser sofrido.