Quando fores a casa alheia, não entres sem te anunciares.
A besta louca, recoveiro maduro.
Por S. Marcos, bogas e sáveis nos barcos.
Por S. Matias, noites iguais aos dias.
Por S. Matias, começam as enxertias.
Mais vale assalto de mata que rogos de homens bons.
Mais vale às vezes favor que justiça ou razão.
Por S. Sebastião, laranja na mão.
A água é o sangue da terra.
Por Sto Antão, neve pelo chão.
Da galinha, a preta; da pata, a parda; e da mulher, a sarda.
À boa cabeça nunca faltam chapéus.
É no perigo que se conhecem os bravos.
Da má mulher te guarda e da boa não te fies nada.
É boa e honrada e viúva sepultada.
Quando fores a conselho, fala do teu e deixa o alheio.