Quando ao gavião cai a pena, também lhe caem as asas.
A alegria do pobre dura pouco.
Para baixo todos os Santos ajudam.
Cada um puxa a brasa para a sua sardinha.
É ouro sobre azul.
O segredo é a alma do negócio.
A água tudo lava.
Mais vale a língua do mudo que a língua do mentiroso.
Semana Santa molhada, terra alterada.
Nem sempre, nem nunca.
Entradas de Leão, saídas de Sendeiro.
Em Setembro, ardem os montes, secam-se as fontes.
A boa ventura com outra dura.
Mais vale só, que mal acompanhado.
Mais vale a má estrada que um mau companheiro.
É parvo de apanhar a cinza e derramar a farinha.