Quando a velha tem dinheiro, não tem carne o carniceiro.
É o tolo querendo ensinar padre-nosso ao vigário.
Mais vale a árvore que suas flores.
S. Miguel passado, todo o amo é mandado.
A causa da dor é a consolação dela.
Por S. Vicente, toda a água é quente.
Depois de S. Vicente já se pode enganar toda a gente.
Mais vale a fé que o pau da barca.
Dia de S. Silvestre quem tem carne que lhe preste.
E o vento levou.
A casa dos pais é a escola dos filhos.
Quem não sabe, é como quem não vê.
Aí por Sant’ana, limpa a pragana.
Pelos Santos trigo semeado, fruto arrancado.
Mais vale a língua do mudo que a do mentiroso.
Pelos Santos neve nos campos.