Ao menino e ao borracho põe Deus a mão por baixo.
Em Abril, mau é descobrir.
Ao Fevereiro e ao rapaz perdoa tudo o que faz, se o Fevereiro não for secalhão e o rapaz não for ladrão.
Abril: águas mil, quantas mais puderem vir.
Neve em Fevereiro não faz bom celeiro.
Quem paga o que deve, sabe quanto lhe fica.
Quem nasce para vintém, não chega a pataco.
Arrenego de contas com parentes e de dívidas com ausentes.
Em Abril, águas mil, coadas por um mandil.
Em casa cheia, depressa se prepara a ceia.
Casa, onde não há pão, todos ralham, ninguém tem razão.
Casa, onde não há farinha, tudo é moinha.
Amor de mulher e amor de cão nada valem se nada lhe dão.
Ainda que teu sabujo é manso, não o mordas no beiço.
De Baião, nem homem nem cão.
A quem não sobeja pão não crie cão.