Albarde-se o burro à vontade do dono.
Aquilo que se começou, está meio feito.
A barriga manda a perna
A barriga não tem ouvido
Amigo de aldeia, teu seja.
Não há dois sem três.
Quem alegre se levanta, todo o dia canta.
Tirar a brasa com a mão do gato.
A teu rei nunca ofendas, nem lances em suas rendas.
A barriga de palha a feno se enche
Não me acompanhes, porque não sou novela.
Olhos que não vêem, coração que não suspira.
Contas na mão, diabo no coração
O castigo vem a cavalo.
Passinho a passinho se faz muito caminho.
Um, dois, três, foi a conta que Deus fez.