Não há companhia tão boa que não se abandone
Filha má, dota-a e casa-a.
A cegueira quando dá é pela vista
Quando o urubu anda caipora, o de baixo caga no de cima.
A cegueira quando dá é pelos olhos
A cem avisa (fustiga) quem um castiga
Ovelha que bale, perde o bocado.
A ceia quer-se sem sol, sem luz e sem moscas
A cebola até ao herdeiro e à viúva faz chorar
Companhia de dois, companhia de bons
Cada qual como se amanha.
A cavalo voador, cabresto curto
Quanto mais velho, mais bobo.
A cavalo roedor, cabresto curto
A cavalo dado, não se olha (não olhes) o (ao) dente (os dentes)
A cavalo magro não lhe falta mosca