A chuva falta nos meses mas nunca falta no ano
A necessidade faz o velho andar de chouto.
A chuva de Janeiro enche o celeiro
O rico, come; o pobre, alimenta-se
Cada qual é para o que nasce.
Mais vale bom estômago, que bom cozinheiro
A chover e a fazer sol, e as bruxas no farol a comer pão mole
Graça de olhos força peitos livres a dar o coração de graça.
A chave na cinta e o cão na cozinha
A chuva de Agosto apressa o mosto
A chave dos tesouros é a chave do coração
Cumpre sempre o teu dever, se não te queres arrepender.
A censura poupa os corvos e persegue as pombas
Cada qual com sua baixeza; cada qual com sua altura.
A chaga do amor, quem a faz, a sara
A cem fustiga quem a um castiga