Bocado comido não granjeia amigo
A curiosidade matou um frade
Cada qual com seu igual, e cada ovelha com sua parelha.
A curiosidade matou o rato
A culpa, não a tem o cão, mas quem lhe dá de comer
Ao inimigo que foge, ponte de prata.
A culpa morreu solteira
A curiosidade aguça o apetite
Se queres ser bem disposto, bebe vinho e nanja mosto.
A culpa mede-se pelo arrependimento
A culpa ficou solteira
Cada qual com seu saraquá.
A culpa é tão feia que ninguém a quer
Comida boa não sobra
Quem anda em demanda, com o diabo anda.
A cruz nos peitos, e o diabo nos feitos