Para a banda que vira é que a carga cai.
Quem se cala e pedras apanha, tempo vem em que as derrama.
Couro velho, mesmo duro, às vezes arranja polia.
Pagar em dia de São Nunca à tarde.
O casamento é o túmulo do coração
Cada um é que sabe onde o seu sapato aperta.
Quem tem mulher bonita, castelo na fronteira e videiras na estrada, nunca verá o fim da guerra.
A gente ou é angu ou é farinha.
No melhor pano caem as nódoas.
Casar é aprender a apreciar estar sozinho
Caminho que muito se lava e corpo que muito se atura, pouco dura.
Amar é viver duas vezes.
Quem não aprende com os anos, sofre amargos desenganos.
Tempo de guerra, mentira como terra.
Rico é o que se contenta com pouco.
O casamento pesa no muito e descansa no pouco