Cada um sonha como vive.
Autor: Ditado Popular
A calma é uma virtude, se não vem da indiferença.
Vontade também consola.
À cadeia, nem por coima de figos.
Quando a cabeça erra, o corpo é que paga.
Cada um tem a sorte que merece.
Má vizinha dá agulha sem linha.
Cada um tem seu gosto.
É como a carne da pá, que não é boa, nem má.
A cada um contenta seu rosto a sua arte, e cheira bem o seu suor.
É como burro da nora: tanto ri, como chora.
A cada qual Deus dá o frio conforme anda vestido.
Vontade é vida.
Caça ruim é que estraga mundéu.
Quando a cabeça não pensa, o corpo padece.
A cada idade deu Deus seu ofício.